Quinta-feira, Setembro 24, 2009

Pelourinho de Todos Nós


Terça-feira, Agosto 18, 2009

MUNDO ANIMAL


Domingo, Maio 31, 2009

Palafitas, trapiches, farrapos


Sexta-feira, Maio 29, 2009

Em Arembepe


Terça-feira, Janeiro 13, 2009

To friends that I not see for a long time


Olá, como vai ?
Eu vou indo e você, tudo bem ?
Tudo bem eu vou indo correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você ?
Tudo bem, eu vou indo em busca
De um sono tranquilo, quem sabe ...
Quanto tempo... pois é...
Quanto tempo...
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios
Oh! Não tem de quê
Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona ?
Precisamos nos ver por aí
Pra semana, prometo talvez nos vejamos
Quem sabe ?
Quanto tempo... pois é... (pois é... quanto tempo...)
Tanta coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer
Mas me foge a lembrança
Por favor, telefone, eu preciso
Beber alguma coisa, rapidamente
Pra semana
O sinal ...
Eu espero você
Vai abrir...
Por favor, não esqueça,
Adeus...
Adeus...


composição Paulinho da Viola

Sexta-feira, Janeiro 02, 2009

Dino Camaelão


Dino morou alguns dias no quintal da casa.
Depois sumiu.
Tomara que volte.

Segunda-feira, Dezembro 01, 2008

...


Quarta-feira, Outubro 01, 2008

Dona Canô



Achei essa foto em meus arquivos e...

Sábado, Setembro 27, 2008

As patas mágicas com o
grande prêmio de ouro,
um ovo de chocolate
que nunca comeria.



texto e fotos
Beatriz Abrantes

Quarta-feira, Setembro 17, 2008

ESPERA

Horas, horas sem fim,
pesadas, fundas,
esperarei por ti
até que todas as coisas sejam mudas.

Até que uma pedra irrompa
e floresça.
Até que um pássaro me saia da garganta
e no silêncio desapareça.

Eugénio de Andrade

Quinta-feira, Agosto 28, 2008

Aquém da profundidade






















Conheço uma mulher estranha
que nunca precisou correr atrás
de nenhuma palavra.

Elas sempre vieram até mim.

Essa mulher não tem
palavras guardadas,
vai encontrando palavras
independentes de mim.

Vejo estrelinhas pelo canto do olho.
Vejo monstrinhos de mercúrio
e espermatozóides em superfície branca.
Vejo vazios
e os pedaços que faltam.

Me falto. Me ausento.
Me mato.

Ela observa as palavras
que atravessam a sua carne.
Eu, essa mulher permeável.

Permeável: que permite passagem.

Permite passar outros corpos
por seus poros,
por sua pele,
por sua alma.

Martha

Domingo, Julho 27, 2008

Segunda-feira, Junho 23, 2008

A lenda do primeiro gaúcho

Século XVIII.

Uma partida de brasileiros atravessa as verdejantes campinas do Rio Grande do Sul. Impulsionados pela necessidade de braços para as lavouras, buscam o índio.
Hão de avassalar as tribos ocupantes daquela região. Com esta disposição, viajam bem municiados e armados.
Os índios minuanos, avisados pelas sentinelas da aproximação dos brancos, montam em seus fogosos cavalos e, armados de flecha e boleadeiras e lanças, deixam seu acampamento e rumam para as coxilhas.
Ao avistar os brasileiros se aproximando, os índios usam de sua tática de ocultar-se ao longo do dorso dos cavalos. Destarte, dificilmente seriam descobertos pelos inimigos.Imóveis, esperam eles o momento azado para atirar-se sobre os viajantes.
Os brasileiros não são conhecedores dos hábitos e da tática empregada pelos índios habitantes das campinas do Sul. E avistando à distância o bando de cavalos pastando, tomam essa direção, muito senhores de si.
Assim, ao se aproximarem os brasileiros, os índios despencam-se nos seus animais do cimo das coxilhas, em galopada, investindo contra os brancos com furiosa saraivadas de flechas. Respondem estes com tiros de armas de fogo. Nova investida dos índios, agora se servindo-se das lanças, obriga os invasores a fugir em desordem.
Caído por terra acha-se um moço ferido. Ao seu lado uma jovem índia minuano. Fascinara-a a coragem do estrangeiro.O brasileiro sabe da sorte que o espera. E, interrogando a moça quando será sacrificado, responde-lhe esta que nada tema, pois estará a seu lado. Anima-o com palavras confortadoras, cheia de simpatia e compaixão pela sorte do estrangeiro. O prisioneiro é levado para o acampamento dos minuano.
Enquanto esperam que se cure da ferida para sacrificá-lo, dão-lhe toda liberdade sob vigilância das sentinelas.
O jovem branco resolve fazer uma viola. Uma tarde, à sombra de uma árvore, com a pouca ferramenta de que dispõe, a muito custo vai improvisando um rústico instrumento. Inicialmente aparelha, em forma de espessa tábua, uma pau de corticeira. Cava-a dando-lhe a forma de viola. Coloca uma tampa com abertura circular para dar vibração ao som das cordas. Para colar a tampa emprega o grude de parasita sombaré, das árvores da serra. E da própria fibra da parasita ele prepara as cordas para o instrumento.A índia já lhe tem muita amizade e está sempre ao seu lado nas horas de folga. Enquanto o vê trabalhar, canta-lhe suavemente um canto doce e pitoresco da gente minuana.

Ainda não passara um lua, e já, na grande ocara do acampamento, celebra-se o ritual do sacrifício.Amarrado a um tronco está o prisioneiro.
Todos os índios da nação, reunidos em volta dele, dançam e cantam a sua morte. De quando em vez, passam, de mão em mão, cuias contendo delicioso vinho fabricado com o mel eiratim.Há um silêncio de morte em todo o acampamento.
O chefe minuano ordena que soltem o prisioneiro e tragam-no à sua presença.
Fitando o moço bem nos olhos, assim fala o cacique:-Que aos teus irmãos sirva de lição esta última derrota. Que não nos tornem a vir incomodar. Os que vierem nestes campos buscar escravos, hão de ser esmagados pelas patas de nossos cavalos. E tu, pagarás com a morte a tua audácia e a dos teus!Contudo, o chefe minuano diz ao condenado que faça o seu último pedido.Surpreende-se o branco com tal gesto. E, dotado de uma inteligência não vulgar, num relance percebe como poderá livrar-se da morte. Sabendo da emotividade e a influência que exerce a música sobre aquelas criaturas, pede que lhe tragam o seu instrumento de cordas. Quer tocar pela última vez. Cantar uma balada de sua terra.
É a jovem índia quem lhe traz a sua viola, debaixo dos olhares curiosos dos índios.Cheio de fé, o moço pega da viola. Depois de alguns sonoros acordes, entoa uma canção. E o ricto bárbaro daquelas fisionomias rudes transforma-se como por encanto.Ouve-no com enlevo, exclamando a todo instante: - Gaú-che! Gaú-che!... o que significa: gente que canta triste.Sensibilizados pela doce cantiga do condenado à morte, os índios intercedem para que o sacrifício seja revogado.E, assim, o brasileiro fica morando com os minuanos.

Enamorado da jovem índia, casa-se com ela. E dessa bela união, do elemento branco com a indígena, resultou o tipo desse homem extraordinário que se chama gaúcho.
(Extraído de LESSA, Barbosa. Antologia Ilustrada do Folclore Brasileiro)

Sábado, Junho 14, 2008

"Tudo quanto penso,
Tudo quanto sou
É um deserto imenso
Onde nem eu estou."


Fernando Pessoa

Quarta-feira, Junho 04, 2008

baú


Segunda-feira, Junho 02, 2008


Domingo, Junho 01, 2008

Bifurcação na Justiça

Entende-se por bifurcação a situação de um sistema instável em que uma alteração mínima pode causar efeitos imprevisíveis e de grande porte. Penso que o sistema judicial brasileiro vive neste momento uma situação de bifurcação. O Brasil é um dos países latino-americanos com mais forte tradição de judicialização da política. Há judicialização da política sempre que os conflitos jurídicos, mesmo que titulados por indivíduos, são emergências recorrentes de conflitos sociais subjacentes que o sistema político em sentido estrito (Congresso e Governo) não quer ou não pode resolver. Os tribunais são, assim, chamados a decidir questões que têm um impacto significativo na recomposição política de interesses conflituantes em jogo. Neste momento, o país atravessa um período alto de judicialização da política. Entre outras acções, tramitam no STF a demarcação do território indígena da Raposa Serra do Sol, a regularização dos territórios quilombolas e as acções afirmativas vulgarmente chamadas quotas. Muito diferentes entre si, estes casos têm em comum serem emanações da mesma contradição social que atravessa o país desde o tempo colonial: uma sociedade cuja prosperidade foi construída na base da usurpação violenta dos territórios originários dos povos indígenas e com recurso à sobre-exploraçã o dos escravos que para aqui foram trazidos. Por esta razão, no Brasil, a injustiça social tem um forte componente de injustiça histórica e, em última instância, de racismo anti-índio e anti-negro. De tal forma, que resulta ineficaz e mesmo hipócrita qualquer declaração ou política de justiça social que não inclua a justiça histórica. E, ao contrário do que se pode pensar, a justiça histórica tem menos a ver com o passado do que com o futuro. Estão em causa novas concepções do país, de soberania e de desenvolvimento. Desde há vinte anos, sopra no continente um vento favorável à justiça histórica. Desde a Nicarágua, em meados dos anos oitenta do século passado, até à discussão, em curso, da nova Constituição do Equador, têm vindo a consolidar-se as seguintes ideias. Primeira, a unidade do país reforça-se quando se reconhece a diversidade das culturas dos povos e nações que o constituem. Segunda, os povos indígenas nunca foram separatistas. Pelo contrário, nas guerras fronteiriças do século XIX deram provas de um patriotismo que a história oficial nunca quis reconhecer. Hoje, quem ameaça a integridade nacional não são os povos indígenas; são as empresas transnacionais, com a sua sede insaciável de livre acesso aos recurso naturais, e as oligarquias, quando perdem o controlo do governo central, como bem ilustra o caso de Santa Cruz de la Sierra na Bolívia. Terceira, dado o peso de um passado injusto, não é possível, pelos menos por algum tempo, reconhecer a igualdade das diferenças (interculturalidade ) sem reconhecer a diferença das igualdades (reconhecimentos territoriais e acções afirmativas) . Quarta, não é por coincidência que 75% da biodiversidade do planeta se encontra em territórios indígenas ou de afro-descendentes. Pelo, contrário, a relação destes povos com a natureza permitiu criar formas de sustentabilidade que hoje se afiguram decisivas para a sobrevivência do planeta. É por essa razão que a preservação dessas formas de manejo do território transcende hoje o interesse desses povos. Interessa ao país no seu conjunto e ao mundo. E pela mesma razão, o reconhecimento dos territórios tem ser feito em sistema contínuo, pois doutro modo desaparecem as reservas e, com elas, a identidade cultural dos indigenas e a própria biodiversidade. Estes são os ventos da história e da justiça social no actual momento do continente. Ao longo do século XX não foi incomum que instâncias superiores do sistema judicial actuassem contra os ventos da história, e quase sempre os resultados foram trágicos. Nos anos trinta, o ST dos EUA procurou bloquear as políticas do New Deal do Presidente Roosevelt, o que impediu a recuperação econónimca e social que só a segunda guerra mundial permitiu. No início dos anos setenta, o ST do Chile boicotou sistematicamente as políticas do Presidente Allende que visavam a justiça social, a reforma agrária, a soberania sobre os recursos naturais, fortalecendo assim as forças e os interesses que ganharam com o seu assassinato. Em momento de bifurcação histórica, as decisões do STF nunca serão formais, mesmo que assim se apresentem. Condicionarão decisivamente o futuro do país. Para o bem ou para o mal.

Boaventura de Sousa Santos *
(Diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra)
____________
* Texto gentilmente cedido pelo autor como contribuição especial ao Seminário "Povos Indígenas, Estado e Soberania Nacional", promovido pelo "Observatório da Constituição e da Democracia" - C&D, do Grupo de Pesquisa Sociedade, Tempo e Direito - STD, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília - UnB, e Fórum em Defesa dos Direitos Indígenas - FDDI, evento realizado em 28 de maio de 2008, no auditório "Dois Candangos", da Faculdade de Educação da UnB.
Faculdade de Economia - Universidade de Coimbra

Sexta-feira, Maio 30, 2008

Ê volta do mundo, camará

Ê, ê mundo dá volta, camará

Terça-feira, Maio 27, 2008



Apresentando Haru. O gato da casa.

Domingo, Maio 25, 2008

O que eu quero lhe dar

São lavores,
meu amor,
são bordados
de muita delicadeza.

O tempo
será meu buril.
No dia incerto,
quando eu abrir
as mãos,
terei parido pérolas

pelas palmas
e pelo ventre.
Eu, irmã das nuvens,
das conchas, dos peixes
e serpentes,
depositarei pérolas
em sua boca.

Pelo seu peito,
meu bem,
carinho e pérolas
que lhe comovam.

Martha

Quarta-feira, Maio 14, 2008

Se quero?
Sou quero quero

quero... e muito

Outras tantas
infinitas vezes
como ontem
à noite

Comer tua
língua

Respingar vermelho
na camisola azul

H.

Bora Bahêea

Quinta-feira, Maio 01, 2008

O trabalhador é tanto mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais cresce sua produção em potência e em volume. O trabalhador converte-se numa mercadoria tanto mais barata quanto mais mercadorias produz. A desvalorização do mundo humano cresce na razão direta da valorização do mundo das coisas. O trabalho não apenas produz mercadorias, produz também a si mesmo e ao operário como mercadoria, e justamente na proporção em que produz mercadorias em geral.

Karl Marx

Quinta-feira, Abril 10, 2008

Panorâmica I

Vista do 16º andar do bloco B, edifício Orixás Center, Politeama.

Segunda-feira, Março 31, 2008

O olhar do fotógrafo

É no final do dia e no amanhecer que o olhar do fotógrafo se torna mais aguçado. Essas horas do dia são as melhores para fotografar. A luz está mais fraca e tudo, objetos, paisagens ou pessoas, ficam mais coloridos. Pela manhã são as cores ditas mais frias e pela tarde mais quentes. Refletir sobre olhar do fotógrafo, exige que se defina que espécie de fotógrafo possui determinado tipo de olhar. Isto porque o termo fotógrafo é bastante genérico e engloba variados tipos de fotógrafos, como todos sabemos. Uma importante dicotomia separa os fotógrafos em profissionais e amadores. Sendo essa divisão, em minha maneira de ver, mais de ordem econômica, não vejo diferença substancial entre o olhar de um fotógrafo profissional e um amador. Defino como profissional o fotógrafo que se dispõe a fazer fotos para aqueles que lhe pagam para isso. Um profissional vive do ofício de fotografar. O amador, ao contrário, faz fotos sem receber remuneração por elas. Sob certo ponto de vista o fotógrafo amador é um privilegiado, porque faz o que faz por amor, sem precisar vender seu prazer de fotografar. Eu pessoalmente já tive muita inveja de alguns excelentes fotógrafos amadores. Poder fotografar livremente sem ter que atender a demandas de clientes é uma coisa que não tem preço. É claro que muitas vezes dá para conciliar as duas coisas. O olhar do fotografo que me interessa falar é o do fotógrafo escritor. Aquele que expressa através de suas fotografias sua maneira de ver o mundo, seus questionamentos sobre a vida e faz de suas fotos poesias imagéticas, ou ainda, arisca um pouco de filosofia ou política.

A visão sempre foi para o homem seu sentido mais aguçado. Sua porta mais aberta para perceber o mundo em sua volta. A visão é a janela da alma humana. O fotógrafo possui sem dúvida uma forma singular de recortar o mundo. Assim como os poetas e os escritores o fotógrafo necessita falar sobre a vida e o faz através da escrita fotográfica. Como os escritores, os fotógrafos escolhem, criam, adotam estilos e/ou temas diferentes. O olhar de alguns fotógrafos busca detalhes não percebido pelos outros e ao registrar, com sua câmera esses detalhes, fazem suas rimas, tecem seus discursos. Cartier-Bresson, o mais lendário dos fotógrafos escritores, tinha uma sintaxe muito pessoal. Sempre fotografava com a mesma câmera e lente, e não escolhia detalhes. Ele gostava de capturar momentos decisivos dentro de uma composição impecável.

Que fique bem claro que a visão é apenas um dos sentidos envolvidos no ato de fotografar. Por exemplo, há algo além que se costuma chamar de feeling, um sentimento interior fundamental na hora de enquadrar e fazer o click. É desse feeling que se utiliza Evgen Bavcar, um fotógrafo esloveno cego desde os 12 anos de idade. Vale conferir suas fotos na internet, em seu site, http://www.zonezero.com/EXPOSICIONES/fotografos/bavcar/

Quando comparo um fotógrafo a um escritor quero também dizer que a escrita fotográfica também pode, e deve, ser utilizada por todos que desejarem. Assim como a linguagem falada, a linguagem fotográfica é um excelente instrumento de comunicação. Outro dia escutei uma conversa entre dois colegas de trabalho que contavam um para o outro sobre suas viagens de férias. A conversa terminou com a promessa de no dia seguinte mostrarem as fotos de suas viagens. E isso realmente aconteceu. A conversa então teve dois momentos claramente distintos. No primeiro houve o uso da linguagem escrita e no segundo a linguagem fotográfica. As duas linguagens se completaram melhorando a qualidade da comunicação. Sem entrar em muitos detalhes sobre a qualidade das fotos dos dois viajantes, digo que vi em muitas fotos o olhar de fotógrafo. Havia uma preocupação além da estética. As cenas estavam bem enquadradas proporcionando boa leitura da imagem, o que me leva a pensar se todos nós, cidadãos contemporâneos, não temos olhar de fotógrafo. Só não possuindo prática necessária com as regras da linguagem fotográfica, incluindo aí a habilidade com o manuseio do equipamento fotográfico.

Afinal de fotógrafo e louco todos temos um pouco.

Domingo, Março 30, 2008

28.03.2008



Sussurei mil vezes
em teu ouvido
Gritei ao vento
o mais forte que pude
e agora escrevo aqui
para que todos saibam
definitivamente:
eu sou louco por você
Feliz aniversário, Martha.

Quinta-feira, Março 20, 2008

Off road



Treino diariamente para conseguir acompanhar essa galera, em breve...

Segunda-feira, Março 10, 2008


Panorâmica



Eu vou me atirar
Do alto do Elevador Lacerda.

(já posso até sentir o vento
entrando pelas narinas
me obrigando a fechar os olhos)

Quando estiver bem perto do chão
- frio na barriga! -
Abrirei minhas asas enormes

Vôo rasante sobre a Baía de Todos os Santos
Até molho as pontas dos dedos na água.


Ana Fernanda

Domingo, Março 02, 2008

Março, mês internacional das mulheres.

"Para um homem sem mulher não há paraíso no céu nem paraíso na terra...














Se a mulher não tivesse sido criada não haveria nem sol nem lua, não haveria agricultura nem fogo". E. S. Drowe















Domingo, Fevereiro 24, 2008

Pauta de domingo - católicos penitentes




























Caminhada Penitencial da Igreja católica.
Fiéis rezaram na Conceição da Praia e caminharam até o Bonfim. "Quem tem fé vai a pé"